Nos tempos de desafios que atravessamos, muitas pessoas perguntam aos outros que caminho seguir.  Muitos esperam que outros lhes indiquem o caminho, lhes abram portas, sejam cônjuges, amigos, terapeutas, governo… (escolha o pretenso “líder” a quem se entregou). São muitos as causas desta auto-desresponsabilização, desta entrega cega. Muitas vezes, essas causas não passam de formas de sabotagem, de rejeição da nossa grandeza, do nosso amor-próprio, da nossa Sombra e da nossa Luz.

Mas quem são os outros para saberem qual o melhor caminho para cada um de nós? E o que somos nós quando entregamos a nossa Vida, o nosso destino a outro?

Estaremos nós a cumprir a nossa Missão como seres humanos quando somos meros seguidores? Quando acreditamos piamente numa entidade exterior a nós, qualquer que seja?
Quando nos tornamos dependentes de conselhos, de terapias, de medidas salvadoras da nossa vida, que coração tem o caminho que percorremos assim?

Com certeza que não será o nosso coração, com certeza que por melhor intenção que o outro tenha, o caminho que desenha para nós nunca terá o nosso Coração, a nossa energia. E o que é uma vida sem a nossa força?

Os caminhos desenhados por nós, fluindo com a nossa Vida e a nossa Energia são sempre mais ricos e mais vividos.

Escolher o nosso caminho, é mergulhar de cabeça na sua Vida.
Ouse, experimente e surpreenda-se* 🙂

Cláudia Félix Rodrigues

* Se sentiu alguma resistência à frase “Ouse, experimente e surpreenda-se” pergunte-se porque dói tanto mergulhar na sua Vida. Não aceite as desculpas que costuma dar a si mesmo(a), procure uma razão nova, completamente nova.

A diferença entre as desculpas e as verdadeiras razões:
as primeiras tiram-nos poder,
as segundas dão-nos vontade e força para agir.

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