“O perdão é uma área difícil para a maioria de nós. Todos nós precisamos fazer um trabalho de perdão. O perdão abre os nossos corações para o amor-próprio.

Muitos de nós carregam rancores por anos e anos. Sentimo-nos donos da verdade e moralistas por causa do que alguém nos fez . Eu chamo a isso ficar preso na prisão do ressentimento moralista. Temos que ter razão. E nunca chegamos a ser felizes.

É impossível sermos saudáveis e livres quando nos mantemos presos ao passado. O incidente já aconteceu e acabou. Sim, é verdade que eles não se comportam bem. No entanto, acabou. Às vezes sentimos que se lhes perdoarmos estamos a aprovar o que nos fizeram.

O incidente acabou. Talvez há muito tempo. Deixa-o ir. Permite-te ser livre. Sai da prisão e entra na luz do sol da vida. Se o incidente ainda continua, então pergunta a ti mesmo por que te tens em tão pouca consideração para ainda o tolerares. Porque permaneces numa situação dessas?

A pessoa a quem é mais difícil perdoar é aquela que pode ensinar-te as maiores lições. Quando te amas o suficiente para superar a velha situação então a compreensão e o perdão tornam-se fáceis. E serás livre.

Raramente o perdão é para “eles.” É para nós.

Louise L. Hay

Para nos amarmos a nós mesmos é essencial amar também as partes de nós que sentem raiva, tristeza e dor. Geralmente reprimimos estas partes de nós, não nos permitimos sentir, acabando por nos bloquear e sabotar quando menos esperamos.

Amar-nos é também amar a nossa Sombra e permitir que as emoções tóxicas sejam libertadas de forma saudável. Só então podemos passar ao passo seguinte: o Perdão. Não só dos outros, mas de nós mesmos abrindo caminhos para novas, ricas e libertadoras experiências.

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