A propósito do workshop “MUDA A TUA RELAÇÃO COM O DINHEIRO: Dinheiro e Consciência” deixo aqui um artigo da fantástica Louise Hay sobre a nossa relação com o dinheiro.

“Quais são as tuas crenças sobre o dinheiro? Acreditas que não é suficiente? Associas o teu merecimento ao dinheiro? Pensas que te trará o que desejas? És amig@ do dinheiro ou vê-lo como um inimigo?

Ter mais dinheiro não é suficiente. Precisamos de aprender a merecer e a desfrutar do dinheiro que temos. É frequente ouvir as pessoas a dizer sobre o dinheiro:

  • Não consigo guardar dinheiro.
  • Não ganho o suficiente.
  • O dinheiro foge-me das mãos.
  • É tudo tão caro.
  • Porque é que todos os outros têm dinheiro?
  • Não consigo pagar as minhas contas.
  • Estou na bancarrota.
  • Não consigo poupar para a reforma.
  • Não abdico do meu dinheiro.

Identificas-te com algumas destas afirmações? Se te identificas com 3 ou mais, é tempo de trabalhar os teus problemas com o dinheiro! Grandes quantias de dinheiro não garantem prosperidade.

As pessoas que têm muito dinheiro podem estar envoltas numa consciência de pobreza. Podem ter mais medo de não ter dinheiro do que alguém que vive na rua. A capacidade para desfrutar do seu dinheiro e de viverem num mundo de abundância podem ser apenas uma ilusão. Sócrates, o grande filósofo, uma vez disse “o contentamento é riqueza natural, o luxo é pobreza artificial”.

Eu já disse muitas vezes que a consciência da prosperidade não está dependente do dinheiro; o seu fluxo está dependente da tua consciência de prosperidade”.

Vamos examinar os teus sentimentos sobre dinheiro. Responde a estas questões o melhor que puderes:

  • Qual o meu maior medo sobre o dinheiro?
  • O que aprendi em criança sobre o dinheiro?
  • Como é que a minha família lidava com o dinheiro?
  • Como é que lido com o dinheiro agora?
  • Sinto-me merecedor/a de ter e desfrutar do dinheiro?
  • O que gostaria de mudar sobre a minha consciência do dinheiro?

A nossa busca por dinheiro deve contribuir para a qualidade das nossas vidas. Se não contribuir – isto é se detestarmos o que fazemos para ganhar dinheiro, então o dinheiro será inútil. A Prosperidade envolve a qualidade das nossas vidas, bem como qualquer quantia de dinheiro que tenhamos.

A Prosperidade não é definida apenas pelo dinheiro; ela engloba tempo, amor, sucesso, alegria, conforto, beleza e sabedoria. Por exemplo, podes ser pobre em relação ao teu tempo. Se te sentires apressad@, pressionad@ e atormentad@ então  o teu tempo está imerso na pobreza. Mas se sentires que tens todo o tempo que precisas para concluir qualquer trabalho, então o teu tempo é próspero.

E sobre o sucesso? Sentes que está fora do teu alcance e é completamente inatingível? Ou achas que podes tens direito a ter sucesso? Se sentes isto, então és ric@ em sucesso. Fica sabendo que qualquer que sejam as tuas crenças, podem ser mudadas neste momento. O poder que te criou deu-te o poder de criares as tuas próprias experiências. Tu podes mudar!

Eis algumas das minhas afirmações favoritas para a prosperidade:

O meu rendimento aumenta constantemente.

Eu gasto dinheiro com sensatez.

Eu tenho tanto quanto preciso.

Eu tenho tanto dinheiro quando o que consigo aceitar.

Eu abençôo as minhas contas. E pago-as a tempo.

Eu sou financeiramente solvente.

Eu estou a contribuir para a a minha reforma.

Eu desfruto de cada cêntimo que gasto.

Eu permito-me ser prósper@.

E assim é!”

Louise L. Hay (Fonte)

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