Num mundo em que a grande maioria (ainda) opta por uma existência morna, o amor-próprio é confundido com egoísmo.

Sentirmo-nos realmente VIVOS é uma grande ameaça para os que estão “assim-assim”, tornamo-nos a causa da sua tristeza. Para esses não há nada mais triste que uma pessoa feliz.

Self-Love

Lembra-te que não podes dar o que te falta. Apenas podes dar o que te sobra.
Que amor é esse que dás, quando não tens amor pela pessoa que o dá? Será amor?

Em tempos li algo de Osho que dizia que o amor-próprio saudável é um grande valor espiritual. A pessoa que não se ama a si própria jamais poderá amar os outros. A primeira agitação do amor tem de crescer no teu coração. Se não cresceu para ti não pode crescer para mais ninguém, porque todos os outros estão demasiado afastados de ti.

Se os outros estão sempre primeiro, se tu ficas sempre para último na tua lista de prioridades (se é que chegas a ser a tua prioridade) e te sentes bem, então não tenho nada a dizer.

Mas o mais provável é que sintas uma crescente insatisfação, te sintas drenad@ de energia, sem “ganas” de começar o teu dia. Se assim for então há algo aí a olhar e, talvez até mudar. Não adianta voar baixinho na vida para não incomodar ou para agradar aos outros se a ti isso só traz amargo de espírito.

Ligares-te à mais elevada e verdadeira expressão de ti mesm@ e viveres segundo essa verdade não só melhora a tua vida como a de todos à tua volta.

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