“Finalmente colocou-se em palavras que o trabalho das Constelações está a morrer! Os terapeutas têm que se reinventar a si mesmos para que possa sobreviver…
Não serve copiar o que os mestres fizeram ou disseram! A palavra iniciação vs. aprendizagem fez-se presente. As interpretações das resoluções são tão absurdas como a intenção de curar.

A mudança de percepção ocorre quando praticamos a própria vida!
O que use ou abuse da energia sem responsabilidade deve conhecer a palavra consequência!
Todo o trabalho com energia deve criar valor tanto para ti como para os outros.
A pergunta é, estamos a deixar que a energia nos use ou somos nós que a usamos?
A nova forma que faz evoluir o trabalho tem que ver com algo mais simples, fácil e eficaz! A verdadeira espiritualidade e a própria vida e o respeito pelo outro!
Se algo não evolui é porque retemos o que não deviamos!
Quando nos sentimos cansados é porque há um desquilibrio em nós mesmos!
Uma vez ouvi: A procura acaba quando começa a vida…!”

Por Carola Castillo

Não podia estar mais de acordo.
O trabalho de constelações que pratico inclina-se mais para um campo de desenvolvimento pessoal do que para a cura.

Tenho entendido na prática algumas permissas que têm tido excelentes resultados:

  • Apenas me é permitido apoiar, nunca interferir ou impulsionar, o cliente no caminho que ele próprio quer e está verdadeiramente preparado para seguir;
  • O meu trabalho pode apoiar o cliente no processo de busca interior dos recursos que sempre existiram dentro de si;
  • Qualquer pessoa pode libertar o seu passado para se focar no presente;
  • Não há curadores fora de nós;
  • Quase sempre não interessa saber a origem do “problema”, mas sim que energia, atitudes e comportamentos o mantém.
Cláudia Félix Rodrigues

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